sábado, 12 de novembro de 2011
Setembro.
Eu ri a beça. Ele riu e me olhou meio vesgo, pensei: filho da puta bêbado. Eu disse não, mas sim, nada disso. Quero ver você resistir a essa nossa atmosfera tão articulada, trabalhada num universo de cara vazia com a crítica estampada na boca rasgada. Ele riu, ria, eu ri: a noite é boa. Enchente de humores, ah! O velho ritimo... A potência do oráculo do seu olho já mostra o que tá na saudade. Ora rapaz, sei do que se trata. Mãos marcadas em corpos, estampadas em rostos, que se dão na banalidade de dias assim, conversas assim, situações que agregam momentos assim. Fica assim. E eu que só tinha a preocupação de voltar pra casa, agora seguro a promoção de reagir a vontades do riso e as emoções dessa satisfação de quem, calmamente, só deseja ficar.
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